terça-feira, 22 de outubro de 2013

Número de mundos alienígenas confirmados se aproxima de 1.000

Apenas duas décadas após a descoberta do primeiro mundo além do nosso sistema solar, os astrônomos estão se aproximando do planeta alienígena número. 1.000.


Quatro das cinco principais bases de dados que catalogam as descobertas de exoplanetas agora listam mais de 900 mundos alienígenas confirmados, e duas delas já chegaram a 986 ontem (26 de setembro). Assim, o milésimo exoplaneta confirmado pode ser anunciado em questão de semanas.
Em 1992, pesquisadores detectaram dois planetas orbitando um pulsar a cerca de 1.000 anos-luz da Terra. A confirmação do primeiro mundo alienígena circulando uma estrela “normal” como o nosso sol não veio antes de 1995.
E as descobertas continuam, conforme os astrônomos continuam a aprimorar suas técnicas e peneiram os dados retornados por instrumentos no solo e no espaço.
Os maiores números em um futuro próximo devem vir do telescópio espacial Kepler, da NASA, que acumulou muitas descobertas antes de ser danificado em maio deste ano, quando a segunda de suas quatro rodas de reação falhou.
O Kepler identificou 3.588 candidatos a planetas. Apenas 151 desses mundos foram confirmados até agora, mas os cientistas da missão disseram que esperam que pelo menos 90% sejam confirmados.
E estes números, embora parecem impressionantes, representam apenas a ponta do imenso iceberg planetário da nossa galáxia, a Via Láctea. O Kepler estudou um pequeno pedaço do céu, e só viu os planetas que cruzaram a frente de suas estrelas a partir do ponto de vista do telescópio. 
Talvez o que mais surpreende é a impressionante diversidade de planetas. Os cientistas descobriram exoplanetas tão leves e arejados quanto o isopor, por exemplo, e outros tão densos como o ferro. Eles também descobriram uma série de mundos que parecem orbitar na zona habitável de suas estrelas – a região que recebe a temperatura ideal para a existência de água líquida em abundância na superfície, de modo que poderia permitir a existência de vida como a conhecemos.
Mas a busca continua, e o objetivo é claro: encontrar a primeira Terra alienígena. Os cientistas da missão Kepler expressaram confiança de que eles ainda podem alcançar essa meta.
O Laboratório de Habitabilidade Planetária mantém o controle de todas as cinco bases de dados, cujo número diferente destaca as incertezas envolvidas na detecção de exoplanetas. 

Estudo sugere que a vida é mais antiga do que a própria Terra

Aplicando a ciência da computação à biologia, pesquisadores levantaram a intrigante possibilidade de que a vida surgiu antes da própria Terra, tendo se originado fora do nosso sistema solar.

No filme de ficção científica Prometheus (2012), os blocos de construção da vida foram fornecidos por uma espécie de proto-humanos a partir de outro planeta.
A Lei de Moore é a teoria de que os computadores aumentam exponencialmente sua complexidade, dobrando sua capacidade de processamento a cada dois anos. Se aplicarmos a Lei de Moore para calcular a complexidade computacional dos últimos anos, vamos voltar para a década de 1960, quando o primeiro microchip foi inventado.
Agora, dois geneticistas aplicaram a Lei de Moore para a taxa na qual a vida na Terra cresce em complexidade – e os resultados sugerem que a vida orgânica surgiu muito antes do que a própria Terra. Nosso planeta se originou há 4,5 bilhões de anos, enquanto a tese afirma que a vida surgiu há pelo menos 10 bilhões de anos, quando o universo ainda era jovem.
Assim, mesmo que se matematicamente é possível que a vida tenha existido muito antes do que nosso planeta, fisicamente é possível? Os cientistas Alexei Sharov e Richard Gordon, autores do estudo, afirmam que sim. Quando o nosso sistema solar estava se formando, formas simples de vida podem ter sido trazidas (não somente para a Terra) em um processo denominado panspermia.
Os cálculos dos cientistas não são prova científica de que a vida antecede a Terra – não há nenhuma maneira de saber com certeza que a complexidade orgânica aumentou à uma taxa constante em qualquer ponto da história do universo.
“Há muitos elementos hipotéticos para nosso argumento… mas para fazer uma visão mais ampla, você precisa de alguns elementos hipotéticos”, disse Sharov.
Ainda assim, a ideia levanta outras intrigantes possibilidades. Se a complexidade genética avança em um ritmo constante, então o desenvolvimento social e científico de qualquer outra forma de vida alienígena na galáxia seria mais ou menos equivalente à dos seres humanos. Em outras palavras, pode existir algumas civilizações alienígenas inteligentes na Via Láctea.
O estudo de Sharov e Gordon traça um paralelo teórico e prático entre a origem da vida e a relação entre a vida e conhecimento. A evolução humana não aconteceu apenas no genoma, mas também dentro da mente, como a memória,  linguagem, cultura, entre outros fatores.
Ao aplicar a Lei de Moore – uma teoria originalmente concebida para explicar o desenvolvimento tecnológico – à vida, os geneticistas não estão simplificando a evolução, mas sim reconhecendo a sua extraordinária complexidade.
Embora muitos pesquisadores sejam céticos quando ao ponto de vista de Sharov e Gordon, eles sabem que hipótese mais provável da origem da vida na Terra é que ela de fato tenha vindo do espaço, através de colisões de cometas e asteroides.

Vida alienígena pode ter sido encontrada na estratosfera da Terra

Cientistas ingleses afirmam ter encontrado vida alienígena flutuando acima da Terra.


O Professor Milton Wainwright, da Universidade de Sheffield, afirma ter recuperado uma amostra incomum de matéria orgânica em uma altitude de 27.000 metros.
Segundo ele, partículas deste tamanho não podem ter sido levantadas a partir da Terra para que a altura que foram encontradas sem algum processo incomum – como uma erupção vulcânica violenta – , mas nenhuma aconteceu nos últimos anos.

A descoberta foi feita após um balão de alta altitude ter sido enviado para a estratosfera terrestre durante a chuva de meteoros Perseidas, que aconteceu em agosto.

“Na ausência de um mecanismo que pudesse levar as partículas de grandes dimensões para a estratosfera, só podemos concluir que as entidades biológicas surgiram no espaço. A conclusão, então, é que a vida está constantemente chegando à Terra a partir do espaço. Ela não se restringe ao nosso planeta e quase certamente não se originou aqui.”

“Se a vida chega do espaço, então nós temos que mudar completamente a nossa visão da biologia e evolução”, disse ele. “Novos livros terão de ser escritos!”

No entanto, sem um estudo mais aprofundado e análises por um grupo mais amplo de cientistas, parece claro que a pesquisa não pode por si só provar que existe vida extraterrestre, e muito menos que ela possa dominar sobre os outros processos de seleção natural e evolução.

Wainwright admite que os resultados podem ser explicados igualmente se um outro processo desconhecido que possa levantar esses organismos na estratosfera superior for  descoberto.
Para provar que de fato a descoberta é revolucionária, Wainwright diz que pretende lançar novos balões para buscar novas amostras da vida durante a chuva de meteoros associada à passagem do cometa Haley, em outubro.

Por quanto tempo a Terra poderá suportar vida?

A Terra pode continuar suportando vida por pelo menos mais 1,75 bilhões de anos, desde que um holocausto nuclear, um asteróide errante ou algum outro desastre não intervenha, um novo estudo calcula.


Mas mesmo sem esses cenários apocalípticos dramáticos, as forças astronômicas acabarão por tornar o planeta inabitável. Em algum momento entre 1,75 bilhões e 3,25 bilhões de anos, a Terra vai viajar para fora da zona habitável do sistema solar e ficará em uma “área quente”.
Estas zonas são definidas pela água. Na zona habitável, um planeta (neste sistema solar ou em qualquer outro) está na distância certa de sua estrela para ter água em estado líquido. Mais perto do sol, na “zona quente”, os oceanos da Terra iriam evaporar. Claro, as condições de vida complexa – incluindo os humanos – se tornarão insustentáveis antes que o planeta entre na zona quente.
Mas a principal preocupação dos pesquisadores foi a busca pela vida em outros planetas, não prevendo um cronograma para o fim da vida na Terra.
A evolução da vida complexa em nosso planeta sugere que o processo requer uma grande quantidade de tempo.
Células simples apareceram pela primeira vez na Terra há cerca de 4 bilhões de anos. “Tivemos insetos há 400 milhões de anos e os dinossauros há 300 milhões”, disse o pesquisador Andrew Rushby, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido. “Humanos anatomicamente modernos surgiram apenas nos últimos 200 mil anos – assim você pode ver que é preciso muito tempo para a vida inteligente se desenvolver “.
Rushby e seus colegas desenvolveram uma nova ferramenta para ajudar a avaliar a quantidade de tempo disponível para a evolução da vida em outros planetas: um modelo que prevê o tempo que um planeta iria passar em sua zona habitável. Na pesquisa, eles aplicaram o modelo para a Terra e outros oito planetas atualmente na zona habitável, incluindo Marte.
Eles calcularam que a vida da Terra na zona habitável é tão longa quanto 7.79 bilhões de anos. (A Terra é estimada em cerca de 4,5 bilhões de anos). Enquanto isso, os outros planetas tem suas vidas na zona habitável que variam de 1 até 54,72 bilhões de anos.
“Se nós precisarmos nos mudar para outro planeta, Marte é provavelmente a nossa melhor aposta”, Rushby disse em um comunicado. “É muito perto e permanecerá na zona habitável até o final da vida útil do sol – 6 bilhões de anos a partir de agora”.

Nós podemos mover o Sol?

Em algum momento no futuro distante, nossos descendentes podem querer mudar o Sol de lugar – um projeto de mega escala hipotético referido como engenharia estelar. Mas por mais bizarro que pareça, a ciência diz que a ideia pode funcionar.


Esta ideia foi proposta pela primeira vez pelo físico Dr. Leonid Shkado, em 1987.
Para isso, teríamos que construir uma estrutura reflexiva gigantesca em um lado da estrela. A luz do Sol atingiria essa estrutura e ricochetearia, empurrando-a para longe.


Se esta estrutura reflexiva tiver massa suficiente, ela também iria atrair a estrela com sua gravidade. O Sol estaria tentando empurrar a estrutura de longe, mas a estrutura estaria puxando-o junto com ele.
Se pudermos alcançar esse perfeito equilíbrio, poderíamos mover o Sol em torno da galáxia, usando a própria luz das outras estrelas como impulso. A princípio, o Sol se moveria lentamente – ao longo de milhões de anos, teríamos mudado a velocidade apenas 20 metros / segundo. A estrela teria viajado cerca de 0,3 anos-luz, menos de 10% do caminho para Alpha Centauri, o sistema estelar mais próximo. Mas mantendo o processo por um bilhão de anos, estaríamos movendo a estrela milhares de vezes mais rápido – o Sol já teria viajado 34 mil anos-luz, uma parcela significativa da galáxia.
Imagine uma civilização futura utilizando esta técnica para mover as estrelas para locais melhores, ou mesmo reorganizar grandes porções de uma galáxia para seus próprios fins energéticos. Não há nada nas leis da física que impeça isso.

Nosso universo pode ter sido criado por um buraco negro 4D

O modelo padrão do Big Bang diz que o universo se expandiu a partir de um ponto infinitamente denso, pequeno e quente – uma singularidade. Mas ninguém sabe o que teria provocado essa explosão: as leis conhecidas da física não podem nos dizer o que aconteceu naquele momento.


É por isso que um astrofísico canadense levantou outra possibilidade. Talvez o nosso universo surgiu a partir de um buraco negro 4D.
Afshordi e seus colegas sugerem que o nosso universo tridimensional (3D) é uma membrana – ou brana -, que flutua através de um universo maior que tem quatro dimensões espaciais.
A equipe de Ashfordi percebeu que se o universo maior conter suas próprias estrelas de quatro dimensões (4D), algumas delas podem entrar em colapso, formando buracos negros 4D, da mesma forma que as estrelas maciças no nosso universo fazem: elas explodem como supernovas, e ejetam violentamente suas camadas exteriores, enquanto seu núcleo pode se transformar em um buraco negro.
Em nosso universo, um buraco negro é limitado por uma superfície esférica chamada horizonte de eventos. Considerando que o espaço tridimensional comum usa um objeto de 2 dimensões (uma superfície) para criar a fronteira de um buraco negro, no universo maior o horizontes de eventos de um buraco negro 4D seria um objeto tridimensional – chamado hiperesfera.
Quando a equipe de Afshordi modelou a morte de uma estrela 4D, eles descobriram que o material ejetado formaria uma membrana 3D que passaria a se expandir lentamente.
Os autores postulam que o universo 3D em que vivemos pode ser apenas uma membrana – e que detectamos o crescimento dela como a expansão cósmica que vemos hoje.
O novo modelo pode explicar a temperatura uniforme do universo (que ainda é um mistério). Ele também pode fornecer uma razão para o Big Bang – o que desencadeou essa singularidade que continua em expansão pode ter sido um buraco negro 4D. 

20 curiosidades sobre Universos Paralelos

Conheça 20 curiosidades de uma das teorias mais célebres da história da ciência, que foi proposta pelo físico Hugh Everett em 1950. Ela foi elaborada para ajudar a explicar os mistérios da mecânica quântica, que rege as leis do mundo subatômico. No universo de “inúmeros mundos” de Everett, para cada possível resultado de uma ação, qualquer que seja, o universo se divide. Isso significa que em algum universo, o World Trade Center continua de pé e em outro você é a pessoa mais rica do mundo.



  • Admitindo a tese do universo paralelo, todo evento que um ser faz tem uma importância imensa. Cada ação pode desencadear escolhas e essas por suas vez ramificações de universos.

  • Desvendar a existência dos universos paralelos pode ser um atalho para se obter a Teoria do Tudo, o sonho de qualquer físico, capaz de explicar TUDO o que existe.

  • Einstein e Hawking iniciaram a busca pela Teoria do Tudo e não obtiveram sucesso (pelo menos, não no universo que eu e você observamos). Hawking acredita que a Interpretação dos Muitos Mundos é uma aberração cientifica. E Einsten morreu e nunca conseguiu concluir seu esboço sobre a Teoria do Tudo.

  • Segundo estudiosos, nossas limitações aos universos paralelos são os nossos sentidos. Como estamos limitados a eles, construímos apenas equipamentos que façam uma função aprimorada que não somos capazes de fazer. Entretanto, para observar um universo paralelo precisaríamos ir além, e elaborar um sentido de visão universal. Temos que pensar em uma forma de equipamento capaz de entender e  analisar um universo com mais de 3 dimensões.

  • Seria impossível saber o número de universos paralelos existentes, uma vez que a quantidade de universos paralelos depende do possível resultado das ações de cada ser vivo. Além do mais, é provável que em alguns universo as forças fundamentais, como a gravidade e o eletromagnetismo, tenham propriedades diferentes, de modo que os planetas, galáxias, e até mesmo a vida poderiam não existir. Por isso, os defensores da Interpretação dos Muitos Mundos simplificam a conta, dizendo que o número de universos paralelos é infinito.


  • A Teoria do Design Inteligente (DI) sugere que a hipótese do item anterior pode ser descartada. Segundo a Teoria, o universo só não entrou em colapso dando um fim a si momentos após seu surgimento porque as forças fundamentais possuem esse comportamento, e ponto final. Logo, todas as hipóteses de universos constituídos por outras leis da física estariam descartados.

    • Uma ligeira diferença em um universo geraria uma ramificação na linha temporal, formando um novo universo completamente diferente. Por exemplo, você avista um carro se aproximando e calcula se há tempo suficiente para atravessar a rua. Em um universo, você não atravessa a rua, e em outro você atravessa. Cada universo a partir dai é observado separadamente, e inicialmente eles não terão uma grande diferença (a menos que você tenha calculado errado e no universo que você atravessou tenha sido atropelado). Contudo, a longo prazo, as diferenças podem se tornar absurdas.

    • Sua escolha irá influenciar a escolha de outras pessoas em uma cadeia infinita de ações e ramificações.

    • Em um Multiverso, existem milhões de universos em que você sequer nasceu, e outros que você já morreu  faz tempo. Em alguns, você é casado com a sua mãe. E o seu pai nesse universo é o seu filho em outro.

    • A Teoria das Cordas foi criada pelo físico nipo-americano Michio Kaku. Sua teoria afirma que os blocos de construção essenciais de toda a matéria do universo, bem como de todas as forças físicas, existem em um nível subquântico. Esses blocos de construção lembrariam pequenas tiras de borracha ou cordas – que formam os quarks (partículas quânticas fundamentais) e então os elétrons, átomos, células e assim por diante. O tipo de matéria que é criada pelas cordas e como tal matéria se comporta depende da vibração dessas cordas. Segundo a Teoria das Cordas, essa composição surge por meio de 11 dimensões separadas (dez de espaço e uma de tempo). Assim como a Interpretação dos Muitos Mundos, a Teoria das Cordas demonstra que existem universos paralelos. Segundo essa teoria, nosso próprio universo é como uma bolha que existe lado a lado de universos paralelos semelhantes. Ao contrário da Teoria dos Muitos Mundos, no entanto, a Teoria das Cordas supõe que universos podem entrar em contato entre si. Ela afirma que a gravidade pode fluir entre esses universos paralelos. Quando esses universos interagem, acontece um Big Bang semelhante ao que criou o nosso universo.

    • A Teoria das Cordas já foi submetida a dois experimentos e em ambos falhou.

    • Vertentes da Teoria dos Muitos Mundos dizem que nunca poderemos observar um outro universo, não importa a que nível alcance nossa tecnologia. Simplesmente há uma restrição universal para a transposição de universos.

    • A décima primeira dimensão é um lugar onde o normal e o bom senso podem ser esquecidos. Ela mede no máximo um trilionésimo de um milímetro. Ou seja, ela existe apenas em um trilionésimo de milímetro em cada ponto do nosso universo tridimensional. Desse modo, ela está mais perto do seu corpo que a sua roupa, embora você não perceba.

    • A Teoria M, unificadora da Teoria das Cordas, diz que o nosso universo está dentro de uma brana, que seria uma membrana tridimensional. Um exemplo simples de visualizar o que seria uma brana é a imagem de um projetor de cinema. Você, que observa de fora, enxerga um objeto 2D, com largura e comprimento, mas sem profundidade, embora exista essa Ilusão na tela. Supondo que a telona fosse uma porta para um outro universo, e você entrasse por ela, estaria em um universo com 3 dimensões espaciais. Quem estivesse de fora observando a travessia continuaria vendo uma imagem bidimensional. Agora imagine um espaço com várias dessas imagens dos projetores de cinema flutuando. Essa seria a visão imprecisa, porém ilustrativa, do que seria o Multiverso. Quando duas membranas se chocam nesse espaço, acontece um Big Bang.

    • A membranas onde nossos universos estão contidos não são estáticas e muito menos planas. Elas ficam oscilando e se movimentando.

    • O efeito Casimir foi um dos meios propostos por estudiosos para o homem romper essa membrana. O único probleminha é que a quantidade de energia necessária para realizar tal experimento é tamanha que nem todas as usinas de energia do mundo unidas conseguiriam força suficiente para concretizá-lo.

    • Buracos negros podem ser rupturas dessas membranas. Dessa maneira, uma porta de saída do nosso universo.

    • A Teoria M é tão difícil de entender por completo que apenas os físicos mais brilhantes conseguiram tal façanha. Foi apresentada ao mundo em uma palestra memorável apresentada por Edward Witten, em 1995, na chamada segunda revolução das cordas. Nassa ocasião, poucos físicos conseguiram acompanhar o raciocino brilhante de Witten, um dos cientistas mais inteligentes da atualidade.

    • Cientistas acreditam que os grávitons (partículas elementares hipotéticas que seria as responsáveis pela gravidade) transitem entre os universos conforme o dito pelos criadores da Teoria das Cordas. Eles sugeriram que a fragilidade da gravidade perante as demais forças fundamentais da natureza é o resultado de sua “diluição” por todas as dimensões extras que não podemos ver ou talvez que não estejam nesse universo.  Também foi levantada a hipótese dos grávitons carregarem consigo informações de outros universos.

    • Um video de paródia da série “What You Ought Yo Know”, que foi produzido em contra-posição ao “Imaginando a Décima Dimensão” de Rob Bryanton, levantou um paradoxo referente aos infinitos universos e possibilidades defendidas na Teoria das Cordas e M. No vídeo, com um tom sarcástico, o apresentador que faz uma espécie de stand up cientifico questiona essa hipótese: “Se todas as possibilidades acontecem, em um universo por aí existe um ser que tem o poder de destruir todos os universos e ele já o fez”. Malditos paradoxos!